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28 de setembro de 2017 - 14:46IMSA Weather Tech SportsCar Championship

AX Racing confirma Nasr e Albuquerque titulares para 2018

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Ora pois: João Barbosa ganha definitivamente a companhia de Filipe Albuquerque como piloto titular em 2018. Christian Fittipaldi muda de status na AX Racing

RIO DE JANEIRO - O português continua como o idioma dominante na Action Express para a próxima temporada do IMSA Weather Tech SportsCar Championship. Serão três pilotos que falam a nossa língua a defender o time chefiado por Gary Nelson ano que vem com os Cadillac DPi-V.R, de acordo com o comunicado oficial divulgado pela equipe nesta quinta-feira.

Na verdade, as mudanças já tinham sido veiculadas pela mídia automobilística dos EUA e a confirmação era questão de tempo. O carro #5 não terá mais Christian Fittipaldi como piloto titular, já que a vaga de companheiro full time do português João Barbosa será ocupada integralmente pelo também português Filipe Albuquerque.

Christian, que completa 47 anos em janeiro próximo, continua na equipe como piloto nas provas do Tequila Patrón North American Endurance Cup e com um cargo extrapista: o filho de Wilsinho Fittipaldi foi nomeado o novo diretor esportivo da escuderia.

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Novos ares: Felipe Nasr deixa o sonho da Fórmula 1 de lado e muda de armas e bagagens para a IMSA em 2018. Brasileiro guiará o carro #31 ao lado de Eric Curran

Mas a equipe não fica sem um brasileiro como piloto titular: após duas temporadas na Fórmula 1 pela Sauber e um ano praticamente sabático, quebrado apenas pelas participações no Porsche Endurance Series, Felipe Nasr foi confirmado no carro #31 do time ao lado de Eric Curran. Esse bólido terá Mike Conway pelo menos em Daytona e Sebring, além da presença de Tim Keene como estrategista de corridas e coordenador de performance da AX Racing. A vasta experiência adquirida na Chip Ganassi Racing e no projeto DeltaWing será útil para a equipe em 2018.

A mudança de Nasr para a IMSA vem em boa hora. Com a possibilidade da unificação de regulamentos para 2020 entre o ACO e os ianques, Felipe pode ter atirado na direção certa. Aliás, discordo dos que acham que o Weather Tech SportsCar Championship é um campeonato de segunda linha. Se fosse assim, não teria quatro marcas investindo na plataforma DPi – afora as que têm times oficiais na GTLM – e tampouco equipes do calibre de Penske e Joest Racing, que costumam não jogar pra perder.

E, como sempre digo e repito: os pilotos brasileiros finalmente estão se ligando que há vida fora da Fórmula 1.

Dessa forma, o grid já tem dois representantes do país mais do que confirmados para 2018: Felipe Nasr e Pipo Derani. Hélio Castroneves pode ser anunciado em breve pela Penske e tudo indica que Oswaldo Negri deve seguir seu trabalho junto à equipe Michael Shank Racing na divisão GTD.

10 comentários

  1. Romulo Dias disse:

    O Nasr não poderia ter tomado decisão melhor. Concordo. Acredito que ele esteja atirando na direção certa, porque se em 2020 os regulamentos de IMSA e WEC forem unificados (e não há porque não ser), ele estará consolidado na categoria.

  2. caio murilo disse:

    sinceramente foi um declinio,,,mas com certeza foi melhor que ficar parado,pensei que talvez existiria conversas com a williams,, com todo esse imbroglio envolvendo massa e devido ele ter sido piloto de testes,,,ou ser piloto reserva de alguma equipe ,,,,ou ate mesmo formula E ou indy,,,nada aconteceu,,,,o cara n recebeu um convite,,,vale ressaltar a experiencia em monoposto,,,,campeão formula inglesa,,,3 anos de gp2,,3 anos de formula 01 williams e sauber ,,,,nada disso pesou,,,sera que foi grana,,,mas n deixa de ser estranho ,,afinal de contas tem equipes em areas distintas do automobilismo que o dinheiro levado pelo piloto nao pesa ,,o primeiro ano dele na sauber foi brilhante,,,de repente no segundo se queima totalmente,,ericsson é mal visto e atrapalhou a carreira de felipe,,sinceramente eu o vejo como um bom piloto,,,,o primeiro ano dele na sauber foi otimo,,,fico pensando,,,,o que sera que aconteceu no segundo ano ,,, fez uma temporada pifia,,,pareceu uma temporada que massa fez na ferreri ,,,,,de um ano pra outro a tendencia é evoluir e nao desamprender,,,será que os carros nao eram iguais,,,o engraçado na formula 01 é que o que vc faz no passado n vale nada,,,a formula 01 é sonho de consumo,mas nem sempre é negocio estar la..

    • Claudio disse:

      Ele não é tudo isso como piloto, na GP2 isso ficou bem claro, demorou quase três temporadas para vencer uma… porém, não é o desastre que outros alardeiam, vai se dar bem no Endurance, acredito

  3. Claudio disse:

    Tomou um rumo na carreira, o que é bom. Não tinha nível pra se manter na F1 por muitos anos, infelizmente, creio até ser positivo ter saído cedo da categoria, pois agora terá a chance de trilhar um caminho vitorioso na IMSA, entra numa equipe competitiva, tomara que dê certo para ele.

  4. ags disse:

    O Noiado Nars de Taguatinga DF, falou muita abobrinha que mordeu o proprio fiófó..
    Fim de carreira, vai voltar a vender carros usado com o Tyu Mala da SIA..
    Mala por mala, o Pig da Williams ainda faz as pessoas rir nos domingos …

    • Rodrigo Mattar disse:

      O que você tem contra o Nasr? Quer dizer então que o Derani, que é mais novo, também está em “fim de carreira”?

      Qual é a sua, rapaz?

      • ags disse:

        Boa pergunta…
        Veja a situação de cada, um é piloto outro é pop boy da midia..só isso….

      • Amadeu Calisto disse:

        Nao da pra comparar. Derani foi para o endurance ( e manda muito bem, por sinal) porque foi a unica alternativa. era isso ou fim de carreira. Ele nunca teve apoio financeiro, ao contrario do nasr que durante muito tempo foi bancado pelo BB.

  5. Amadeu Calisto disse:

    Eu não gostei. É um campeonato menor, sem muita expressão. Óbvio que ele provavelmente tentou uma Fórmula E ou WEC, que, mesmo não sendo muito empolgantes, tem Status de campeonato mundial. Creio que se daria bem na Indy, mas deve ter faltado grana.

  6. Levi disse:

    Concordo com vc Rodrigo quanto à importância do campeonato da IMSA. Os EUA sempre foram o lugar preferido da BMW por exemplo, que migrou pro endurance americano em 1975 ou 1976 (não lembro exatamente) com os Batmóveis e foi muito feliz por lá.

    É que os France tentaram forçar a barra com esse negócio de fazer os defasados DP do Grand Am como a categoria de elite do IMSA, capando os P2 com pneus duros e ruins. Perto do que já tinha sido a ALMS, ou os campeonatos IMSA dos anos 70 e 80, soava como uma farsa. Mas aqueles anos de transição ficaram pra trás e agora com os DPi o campeonato tem tudo pra voltar à sua velha e boa forma.

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