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8 de agosto de 2017 - 10:47IMSA Weather Tech SportsCar Championship

Os primeiros detalhes do Acura ARX-05 DPi!

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RIO DE JANEIRO (atualizado às 15h03) - Aí está o primeiro detalhe do novo Acura ARX-05 DPi, o novo carro baseado na plataforma do Oreca 07 LMP2 e que marca o ingresso da Honda na próxima temporada da série principal de protótipos do IMSA Weather Tech SportsCar Championship dentro do regulamento Daytona Prototype International (DPi), com várias marcas diferentes concebendo seus projetos nas plataformas dos quatro chassis LMP2 – Dallara, Multimatic, Oreca e Ligier – homologados pela FIA e pelo ACO.

Seguindo o cronograma, o carro foi testado em Paul Ricard por três pilotos – Ben Hanley, Juan Pablo Montoya e mais um que, a julgar pelo capacete que vi numa imagem que me mandaram pelo Messenger do Facebook, pode ser o Bruno Senna, mas não tenho certeza – já com a possível configuração aerodinâmica na dianteira – notem uma espécie de spoiler sobreposto ao bico (solução deveras interessante, aliás) – e ainda camuflado, sem qualquer resquício da pintura definitiva – que aliás ainda sequer será vista, a menos que a Penske já tenha fechado algum patrocínio para o projeto.

A apresentação formal será para daqui a 10 dias em Monterrey, na Califórnia. A tradicional equipe de Roger Penske vai alinhar dois desses Acura ARX-05 DPi na próxima temporada. E um engenheiro da Honda já provocou.

“Eu não queria ver um desses de perto no meu espelho retrovisor”.

2018 podia começar já, não é não?

6 comentários

  1. Luciano disse:

    Rapaz, a temporada 2018 do IMSA Weather Tech SportsCar Championship promete com a esquadra do tio Penske. É torcer para os japas do Tio Sam não fazerem igual aos da terra-mãe, que não conseguiram acertar a mão com o motor da F-1. A temporada deste ano, apesar do domínio dos irmãos Metralha, vulgo Taylor, tá interessante. Aproveitando o embalo: alguém poderia dar um toque nos marrentos dirigentes da ACO para aceitarem os DPi junto com os LMP-1 do WEC?? Creio que o regulamento DPi do IMSA é a salvação da lavoura da LMP-1 do WEC, pois os custos certamente são infinitamente menores que os US$ 350 milhões/ano que a Porsche gastou no 919. Qualquer coisa entre 10 a 20% dessa dinheirama que os alemães despejaram faz uma equipe competitiva e vencedora, e algumas montadoras podem ter em suas prateleiras o engenho (motor) adequado para a empreitada, bastando dar aquela calibrada a um custo nada estratosférico.

    • Rodrigo Mattar disse:

      Luciano, a ideia, por mais que seja válida, esbarra em duas situações:

      1º – o custo de um programa destes, por enquanto, não contempla Le Mans ou o WEC. Você imagina uma equipe dos EUA tendo programas na IMSA e no Mundial, quanto custaria? Já que você falou em gastos, foram US$ 200 milhões/ano e não US$ 350 milhões/ano o que a Porsche gastou com seu programa LMP1.

      2º – o formulário de homologação de um LMP1 é diferente de um DPi construído sob a plataforma de um LMP2. Para ser um “LMP1-L”, grosso modo, teriam que ser introduzidas modificações nos chassis e que geram custo.

      • Luciano disse:

        É, Mattar, para uma equipe americana se desdobrar entre WEC e IMSA não sairia barato mas a curto prazo creio que seria a solução para o WEC não minguar na categoria que tem como carro-chefe… Tecnicamente seria um retrocesso usar uma plataforma de uma classe inferior, mas as vezes para dar uns passos a frente é preciso dar um para trás… SE não der pra já, 2019 ou 2020 é possível com as possíveis e necessárias mudanças no regulamento. Basta a ACO deixar de ser marrenta. E de repente gente que quer andar no WEC mas o escorpião que tem na carteira não está deixando gastar (a Peugeot) encara a empreitada e até quem tá indo embora (a Porsche) volta, além de gente nova na praça e como seria igual nos dois lados do Atlântico, se não tivéssemos equipes disputando ao mesmo tempo o WEC e o IMSA, poderíamos ter mais equipes americanas correndo as 24 Horas de Le Mans e mais equipes do resto do mundo se aventurando em Daytona e Sebring.

  2. Fernando Silva disse:

    Vendo as imagens, tive a mesma sensação de quando vi o Nissan DPi da Tequila Patron que para mim, nada mais é que um Ligier J17 com aquela máscara sobre o bico. Ou seja, fora o detalhe na sessão dianteira, é um Oreca 07 que terá motorização Acura. De qualquer forma, é um time que já vem para brigar de igual para igual com os já estabelecidos, principalmente Wayne Tayllor Racing e Action Express. Melhor ainda se contar com o Heio Castroneves, embora a Indy se esforce para desmentir sua saida por ser um dos pilotos mais populares dela.

    • fernando disse:

      No primeiro momento pensei o mesmo do Nissan, mas a lateral se vc conseguir analisar por boas fotos é bem diferente do Ligier, assim como o Riley e o Dallara tem outras diferenças mais dificeis de perceber na lateral, com o Mazda e o Caddy.

  3. jorge disse:

    Só queria ver essas duas categorias (LMP1 e DPi) cederem aspectos entre si e criarem uma nova chamada de EPi (Endurance Prototypes International)… seria um sonho para nós telespectadores.. Assim poderiam ser usadas mais pistas americanas que realmente tem desafios para o braço!

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